Archive for Setembro 2009
conveniência
Dois, violão, dois pra cá e muito bom.
a aparente explicação pra uma besteira qualquer que elas fazem (e explica)
- You couldn’t have known.
- I was 23. I just didn’t care.
dinha
por ele.
Que fofura.
Renda
Iiih paínho não me resta desculpa embromação scambau quero logo é tirar essas renda suada a homem.
Foi, fui eu mesma lhe preguei a faca no peito bem assim ó!
Filhinho da égua acha que é assim fácil só chegar partir meu coraçãozinho aqui em frangalhos em frangalhos eu disse! ê que palavra bonita, então chega seu moço no terreiro e escreve o nome da zinha e
que o senhor me perdoe essa particularidades não católicas que digo mas
a zinha não dava conta daquilo ali não, seu moço era desses aí do açaí.
Da água d’coco.
Menino me pedia pra usar aqueles vestidos assim de renda das nêga do acarajé sabe? Me dava colar de semente de tudo quanto é cor azul amarelo vermelho preto e depois quase me strangulava quando puxava essas cordas todas em cima da cama.
Me pediu pra tingir o cabelo ficar que nem o do Belo Mas o Belo, sério? É, eu gosto. Então tá, eu aqui vou lá me resigno e fico que nem o Belo.
Daí me aparece com a zinha.
De anel no dedo o filho de quenga.
Fiz trabalho não que trabalho é pros outros. Fiz foi meter a faca no peito do boyzinho bem assim no meio do peito depilado do boyzinho! Assim ó!
Por que que a nêga não correu?
Mas pra quê?
O tal do boyzinho tava sem o tal do anel no dedo.
eeeeeeeeeeee

3 dias
cazuza
chega de cazuza
Mart’nália
chão do meu terreiro

Palahniuk
Um desfile, fotos flashes pra caramba corta pra isso praquilo pras armas pro rifle girando no chão pro filme em super-8 e o fotógrafo
Quero amor
flash
Quero piedade
flash
Quero tudo que você pode me dar
flash
Quero casa família e um anel
flash
Corta pro acidente.
CARAMBA, que livro incrível.
Nêga
Não sei quem é meu santo forte
Não sei quem é meu orixáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa